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Esta aposta em ingredientes locais e receitas que fundem o clássico com o contemporâneo coloca o Tribuna entre os restaurantes em Bragança que procuram oferecer uma identidade culinária distinta. A cozinha do Tribuna não se limita a executar receitas tradicionais; procura também inovar, como se reflete em algumas das suas entradas e acompanhamentos. A confeção da carne, que provém de animais criados nas pastagens locais, é um ponto de honra, garantindo suculência e um sabor inconfundível. O menu do Restaurante Tribuna é uma celebração dos sabores da região, com um foco claro na qualidade da matéria-prima. A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. Todas as análises são feitas pela nossa equipa — sem influência dos operadores que avaliamos.
Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização. Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada.
“Com apenas R$ 1,30, o trabalhador faz duas refeições. Por dia, em todos os municípios, são 900 refeições matinais. “Acredito que gastaremos pouco menos de R$ 100 mil para realizar esse projeto”.Duas refeições custam R$ 1,30 “Não deixam entrar nem com um tempero diferente, mas eu dou meu jeito”, diz João Pinheiro ao tirar do bolso um frasco de vidro contendo uma mistura de azeite com molho inglês.
Os 100 melhores restaurantes em Lisboa
Fraca experiência. Comi um rodeão que estava delicioso e a sobremesa…um final feliz para uma bela refeição A aposta em pratos que remetem para a cozinha de conforto é um dos seus maiores trunfos, atraindo quem procura sabores autênticos e porções generosas, longe das propostas mais modernas. Esta variedade sugere que o espaço é igualmente adequado tanto para uma refeição completa, como o almoço e jantar, como para um final de tarde mais descontraído a partilhar algumas iguarias. Para além do seu famoso bitoque, a oferta estende-se a outros pratos de comida caseira e a uma seleção de petiscos. Situado em Loures, o restaurante A Tribuna apresenta-se como um estabelecimento dedicado aos sabores da comida tradicional portuguesa.
António Bóia, chef executivo do Amorim Luxury Group, é um zelador da cozinha tradicional, ainda assim acrescentando à carta propostas internacionais. Se hoje são muitos os restaurantes bonitos, cheios de onda, com balcões vistosos, em 2017 não era bem assim. Entre as músicas de Dr. Dre, Snoop Dogg ou Missy Elliot ouve-se “Sim, chef!
- Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar.
- Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas.
- Brilham as amêijoas à Bulhão Pato, o casco de santola, as puntillitas de fritura exemplar e os filetes de peixe-galo com açorda de ovas.
- Em noite de festa, os clientes do Mercure Porto-Batalha poderão ainda deliciar-se com um sugestivo e variado buffet de sobremesas e assistir, a partir do terraço do hotel, ao tradicional fogo de artifício da cidade.
Na unidade do Alecrim, há cerca de 20 mesas. Na última quinta-feira, sports bar porto arroz, macarrão, feijão, salada crua, carne guizada e farofa de cuscuz com linguiça eram as opções disponíveis no Alecrim. As refeições começam a ser servidas entre 10h30 e 11h, dependendo da unidade. Na esquina das ruas Amaro Barreto e João Carlos, está localizada uma unidade do Restaurante Popular que serve almoço por apenas R$ 1,00.
Ainda na Invicta, o Porto Palácio Hotel explora aromas e sabores divinos num réveillon em honra de Baco, o deus do vinho. Os grandes vinhos são para grandes ocasiões, por isso, o Hotel Mercure Porto-Batalha apresenta uma combinação de sabores e aromas dos "Grandes Vinhos Mercure". O Hotel Burmester preparou um jantar com pratos tradicionais da região, em que não falta a bola de carne, a moira assada, a broa, polvo em vinho tinto, cabrito assado no forno… Há ainda promoções previstas para quem ficar instalado em qualquer uma das unidades. O chefe Philippe Peudenier seleccionou os melhores produtos da época para preparar o jantar de Fim de Ano do Restaurante Tavares, entrando num patamar de luxo e sofisticação, fazendo honra à casa fundada em 1784.
Tudo foi pensado ao pormenor – e isso também se sente no preço, que corresponde ao “segmento médio-alto” que o chef quer conquistar no Chiado. O serviço é cuidado, a apresentação dos pratos é exímia, os ingredientes são de alta qualidade e a preparação mostra técnica e criatividade. Este último, à noite, transforma-se no After Dark, um izakaya com o chef Matheus Simões Martins ao comando. A cozinha é internacional, mas não faltam influências portuguesas, vindas do lado materno da chef, que detém o restaurante com o irmão e a cunhada, Alexis e Agnes. Significa “limpo” em sérvio – no fundo, limpo de preconceitos, à semelhança do chef.
Informações Práticas
No espaço de um antigo café de bairro, o Baraa Kitchen serve cozinha síria feita sem atalhos. Conheceram-se no Boavista Social Club, de onde partiram à conquista de um novo bairro. O Arroz do Alfredo, o mais nutritivo dos pratos, é enriquecido com bochecha de porco e chouriço e pode ser servido em doses para duas, três ou quatro pessoas. O croquete é um deles, a desfazer-se na boca, feito com os ingredientes de um cozido à portuguesa tradicional.